Il Messaggiere - Líderes condenam incidente armado em jantar dos correspondentes com Trump em Washington

Líderes condenam incidente armado em jantar dos correspondentes com Trump em Washington
Líderes condenam incidente armado em jantar dos correspondentes com Trump em Washington / foto: Mandel NGAN - AFP

Líderes condenam incidente armado em jantar dos correspondentes com Trump em Washington

Da Venezuela a Israel, diversos líderes condenaram o incidente ocorrido no sábado em Washington, onde o presidente americano, Donald Trump, foi retirado de um jantar de gala após um atirador tentar invadir o evento anual com os correspondentes da Casa Branca.

Tamanho do texto:

Segundo as autoridades, o suspeito, que comparecerá a um tribunal na segunda-feira, estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas.

Estas foram as principais reações:

- Lula -

O presidente expressou na rede X sua "solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington".

"O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", afirmou.

- Barack Obama -

"Embora ainda não tenhamos detalhes sobe as motivações por trás do ataque a tiros de ontem à noite no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, devemos todos repudiar a ideia de que a violência tem lugar em nossa democracia", escreveu o ex-presidente Barack Obama neste domingo na rede social X.

Além disso, Obama assinalou que estava aliviado de saber que o agente do Serviço Secreto que ficou ferido está se recuperando.

- Rei Charles III -

O rei Charles III da Inglaterra expressou seu "grande alívio" pelo fato de o presidente Trump, sua esposa Melania e outros convidados terem escapado ilesos dos disparos, informou o Palácio de Buckingham.

- União Europeia -

"Acabei de falar com o presidente Donald Trump para expressar minha solidariedade a ele e à primeira-dama após a tentativa de ataque", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X.

"Reiteramos que a violência política não tem lugar em nossas democracias", acrescentou.

- Keir Starmer -

O primeiro-ministro britânico disse estar "chocado com as cenas da noite passada no jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington".

"Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais contundentes", escreveu em sua conta no X este domingo.

- Emmanuel Macron -

"O ataque armado da noite passada contra o presidente dos Estados Unidos é inaceitável. A violência não tem lugar numa democracia. Ofereço meu total apoio a Donald Trump", escreveu o presidente francês no X.

- Giorgia Meloni -

A primeira-ministra italiana expressou sua "total solidariedade e sincera compaixão" a Trump e aos demais presentes. "O ódio político não tem lugar em nossas democracias. Não toleraremos que o fanatismo envenene os espaços para o livre debate e a informação", acrescentou.

- Benjamin Netanyahu -

O primeiro-ministro israelense afirmou que ele e sua esposa Sara ficaram "chocados com a tentativa de assassinato" contra o presidente Trump.

"Desejamos uma recuperação completa e rápida ao policial ferido e elogiamos o Serviço Secreto dos Estados Unidos por sua resposta rápida e decisiva", acrescentou no X.

- Delcy Rodríguez

"Rejeitamos a tentativa de ataque contra o presidente @realDonaldTrump e sua esposa, Melania, aos quais estendemos nossos melhores votos, assim como aos participantes do Jantar dos Correspondentes. A violência jamais será uma opção para aqueles de nós que defendem as bandeiras da paz", escreveu a presidente interina da Venezuela em sua conta no X.

- Claudia Sheinbaum

O presidente do México afirmou em uma mensagem nas redes sociais que "a violência nunca deve ser o caminho".

"É bom saber que o presidente Trump e sua esposa estão bem após os recentes acontecimentos. Enviamos nossos respeitos a eles. A violência nunca deve ser o caminho", escreveu a líder de esquerda.

- Javier Milei

"O Gabinete da Presidência expressa sua mais veemente condenação à mais recente tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump", afirmou a Presidência da Argentina em comunicado.

O presidente argentino também manifestou sua satisfação com a prisão do atirador "antes que ele pudesse concretizar o ataque e matar alguém".

- Recep Tayyip Erdogan

O presidente turco condenou o incidente, comentando que "nas democracias, as lutas são travadas com ideias, e não há lugar para qualquer forma de violência".

- Narendra Modi -

O primeiro-ministro da Índia disse estar "aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e o vice-presidente estão sãos e salvos".

"A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente", escreveu em sua conta no X.

- Mark Carney -

O primeiro-ministro canadense também disse estar "aliviado" por Trump e seus assessores terem escapado ilesos e enfatizou que "a violência política não tem lugar em uma democracia".

- Pedro Sánchez -

"Condenamos o ataque ocorrido esta noite contra o presidente Trump", escreveu o primeiro-ministro espanhol em sua conta no X.

"A violência nunca é a resposta. A humanidade só avançará através da democracia, da convivência e da paz", acrescentou.

- Shehbaz Sharif -

O primeiro-ministro do Paquistão, país que atua como mediador no conflito entre os Estados Unidos e o Irã, disse estar "profundamente impactado" com o incidente ocorrido no jantar de gala dos correspondentes da Casa Branca.

E.Accardi--IM