Il Messaggiere - Técnico da Noruega diz que Brasil é favorito mas aposta no equilíbrio

Técnico da Noruega diz que Brasil é favorito mas aposta no equilíbrio
Técnico da Noruega diz que Brasil é favorito mas aposta no equilíbrio / foto: Paul ELLIS - AFP

Técnico da Noruega diz que Brasil é favorito mas aposta no equilíbrio

O técnico da Noruega, Stale Solbakken, pediu aos seus jogadores que não se deixem intimidar pela ocasião ao enfrentarem o favorito Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, neste domingo (5), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

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"Obviamente, o Brasil é o favorito, mas também disse que não acho que sejam os franco favoritos como talvez fossem alguns anos atrás, ou dois, três, quatro anos atrás", afirmou.

Solbakken afirmou que seus jogadores não devem se deixar levar pela importância do jogo enquanto buscam chegar às quartas de final pela primeira vez em sua história.

"Precisamos jogar a partida, e não as circunstâncias. Precisamos garantir que não joguemos em função da ocasião, mas que simplesmente joguemos a partida", disse Solbakken a jornalistas em Nova Jersey, neste sábado.

"Agora, temos uma sequência muito boa há bastante tempo e muita confiança", acrescentou.

Será a segunda vez que as duas seleções se enfrentarão em uma Copa: os noruegueses venceram os brasileiros por 2 a 1 na fase de grupos do torneio de 1998, disputado na França.

Os noruegueses nunca perderam para o Brasil: foram duas vitórias e dois empates nos quatro confrontos anteriores.

Em relação à seleção canarinho, Solbakken destacou Vinícius Jr e o comparou ao seu próprio astro, o atacante Erling Haaland.

"Um [Haaland] é uma máquina, vemos a capacidade de aceleração que ele tem, enquanto o outro é como um bailarino que consegue dançar com a bola".

Segundo Solbakken, a chave para a Noruega será prestar muita atenção à cobertura defensiva quando o Brasil buscar criar situações de um contra um.

"Somos uma equipe que não pode ficar esperando o Brasil, pois temos uma mentalidade ofensiva", disse o treinador.

"Mas, ao longo de 90 ou 120 minutos contra o Brasil, é preciso defender por períodos mais longos ou mais curtos, e nesses momentos temos de estar no nosso melhor. Caso contrário, eles marcarão o gol".

P.Conti--IM